No momento em que escolhemos amar, começamos a nos mover contra a dominação, contra a opressão. No momento em que escolhemos amar, começamos a nos mover em direção à liberdade, a agir de forma a libertar a nós mesmos e aos outros.

bell hooks

Professora, escritora e ativista social.


Nenhuma escritora negra nesta cultura pode escrever DEMAIS. Na verdade, nenhuma escritora pode escrever DEMAIS... Nenhuma mulher jamais escreveu o suficiente.

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Professora, escritora e ativista social.


Construir comunidade requer consciência vigilante do trabalho que devemos fazer continuamente para minar toda a socialização que nos leva a nos comportar de maneiras que perpetuam a dominação.

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Professora, escritora e ativista social.


Continuamos a colocar em prática o pensamento e a prática anti-sexistas que afirmam a realidade de que as mulheres podem alcançar a autorrealização e o sucesso sem dominar umas às outras.

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Professora, escritora e ativista social.


É óbvio que muitas mulheres se apropriaram do feminismo para servir a seus próprios fins, especialmente aquelas mulheres brancas que estiveram na vanguarda do movimento; mas ao invés de me resignar a essa apropriação, eu escolho reapropriar o termo FEMINISMO, para me concentrar no fato de que ser FEMINISTA em qualquer sentido autêntico do termo é desejar para todas as pessoas, mulheres e homens, a libertação de padrões de papéis sexistas, dominação e opressão.

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Professora, escritora e ativista social.


A única pessoa que nunca nos deixará, a quem nunca perderemos, somos nós mesmos. Aprender a amar nosso eu feminino é onde nossa busca pelo amor deve começar.

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Professora, escritora e ativista social.


A cultura dominadora tem tentado nos manter com medo, nos fazer escolher a segurança ao invés do risco, a mesmice ao invés da diversidade. Passando por esse medo, descobrindo o que nos conecta, revelando nossas diferenças; este é o processo que nos aproxima, que nos dá um mundo de valores compartilhados, de comunidade significativa.

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Professora, escritora e ativista social.


Se alguma mulher sente que precisa de algo além de si mesma para legitimar e validar sua existência, ela já está abrindo mão de seu poder de autodefinição, de seu arbítrio.

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Professora, escritora e ativista social.